BoF Voices: Moda e prazer para o cérebro

Ao abrires este e-mail talvez te perguntes o que te trago esta semana. Pois bem, entre o final de uma semana e o início de outra, tenho para ti mais de 11 horas de BoF Voices 2024 em cerca de 10 minutos de leitura. (Ainda é preciso dizer que não é um resumo, mas um artigo com a perspectiva The Fashion Standup?)
Leio o The Business of Fashion há, sem exagero, mais de uma década. Ainda me lembro da alegria rejubilante com que recebi em casa a revista BoF que tinha como figura de capa Anna Wintour; da dedicação que tive com cada curso digital, principalmente o de História de Moda; e para mim o mais fixe de ter um endereço de e-mail da faculdade foi poder ser membro estudante do BoF.
Mais tarde, ouvi de uma das pessoas que mais admiro o seguinte conselho: “ler o BoF todos os dias” e fiz o possível e o impossível para cumprir religiosamente. Afinal, sempre admirei aquilo que Imran Amed construira a partir do seu sofá em Londres e, pensando bem, é um pouco óbvio porque existe o ‘The’ em ‘The Fashion Standup’.



